domingo, 14 de julho de 2013

Falta... quase tudo.

Sempre detestei gente mais sabichona do que eu. No final, descobri que isso tudo é pura merda, é pura contagem de tolo. Não me importa se eu não lembro o nome daquele escritor famoso ou se não sei cantar aquela musica inglesa, puramente com sotaque. Eu gosto de ser simples: admitir que quase sempre escrevo errado e não reviso a coisa toda,  pois simplesmente não faz diferença, eu sempre esqueço mesmo. Gosto de admitir  que amo escrever até num pedaço de guardanapo mesmo sujo, gosto de tomar atitudes que não me convém geralmente, mas que me transformam nesse ser louco.Tudo bem, o que realmente importa é o que você diz com o coração, mesmo que com letras faltosas ou palavras exageradas. O que importa é ser feliz, mesmo agrandando meia dúzia e enchendo a vida com pó de borracha.

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